O Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) anunciou uma nova e excelente oportunidade para quem deseja ingressar no ensino superior público e de qualidade ainda no primeiro semestre letivo de 2026. A instituição publicou o edital para um processo seletivo simplificado que oferta 195 vagas em cursos de graduação, utilizando exclusivamente as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de classificação. As vagas contemplam modalidades de Licenciatura, Tecnologia e Engenharia e estão distribuídas entre seis campi estratégicos: Natal-Central, Natal-Zona Norte, Nova Cruz, Parnamirim, Santa Cruz e São Gonçalo do Amarante.
Um dos grandes diferenciais deste edital é a flexibilidade para o candidato. Ao contrário de processos que exigem apenas a nota da edição mais recente, o IFRN permitirá que os interessados utilizem os resultados de qualquer edição do Enem realizada entre 2021 e 2025. No momento da inscrição, o estudante deverá indicar qual ano deseja utilizar para fins de classificação, podendo escolher estrategicamente aquela edição em que obteve seu melhor desempenho. O único pré-requisito acadêmico é já ter concluído o ensino médio ou curso equivalente.
Os interessados devem ficar atentos ao relógio: o prazo de inscrição abre às 14h desta quarta-feira, 29 de janeiro, e segue até as 23h59 do dia 18 de fevereiro. Todo o procedimento será realizado exclusivamente pela internet, através do Portal do Candidato, no endereço processoseletivo.ifrn.edu.br.
Para participar, é necessário pagar uma taxa de inscrição no valor de R$ 25,00. No entanto, o edital prevê a possibilidade de isenção total da taxa para candidatos que comprovem vulnerabilidade socioeconômica e atendam aos critérios estabelecidos no documento oficial.
Reforçando seu compromisso social, o IFRN adota integralmente o sistema de Ações Afirmativas conforme a legislação federal vigente. Metade de todas as vagas ofertadas (50%) é reservada exclusivamente para estudantes que cursaram o ensino médio integralmente em escolas públicas. Dentro desse grupo, há subcotas específicas baseadas em critérios de renda familiar, raça/cor (pretos, pardos e indígenas), pertencimento a comunidades quilombolas e para pessoas com deficiência, garantindo um processo de acesso democrático e plural.